Operação Turko

GILMAR MENDESA operação Turko nada mais é do que uma série de operações de combate à pedofilia pela internet, e que, inclusive, é a pioneira a contar com o apoio da Google, que por sua vez forneceu os dados dos usuários com contas no Orkut (Não fazendo nada além do que a obrigação, diga-se de passagem).

Na verdade, desde o ano passado , mas precisamente em julho o acordo entre o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF) e o Google se firmou, tendo como finalidade delatar a presença de conteúdos criminosos pelo site.

Realmente, teria que acontecer mais cedo ou mais tarde, até por se tratar de uma rede, onde alguns usuários aproveitavam a privacidade de links, vídeos e imagens que o orkut proporciona para esconder mídias com conteúdos criminosos e assim repartiam com outros pedófilos. Quem nunca recebeu recados pelo orkut de imagens com esse tipo de conteúdo? 

E assim se fez, aconteceu ontem, segundo a Policia Federal todos os 92 mandados de busca e apreensão por vinte estados e Distrito Federal, destes, 10 foram presos em flagrante por terem arquivos de pornografia infantil em seus computadores, sendo que a metade se concentrou vocês sabem onde… São Paulo, claro…os outros foram no Espírito Santo (uma pessoa), Paraíba (uma pessoa), Pernambuco (uma pessoa) e Rio Grande do Sul (duas pessoas).

E não pense que parou por aí não, muitos outros HD’s de computador, CDs, disquetes e fitas de VHS estão sendo vasculhados pela perícia, dando prosseguimento as investigações.

Infelizmente, o que poucos sabem é que tudo isso já poderia ter sido feito, o que aconteceu foi que as próprias companhias telefônicas não colaboraram, segundo o senador Magno Malta (PR-ES), então presidente da CPI da Pedofilia.

Nada mais nada menos do que quase 3 mil perfis tiveram o sigilo telefônico quebrado, só que demou 4 meses para que fossem entregues, segundo ainda Malta, ainda vieram errados.

E o que aconteceu?

Segundo a Abril: “As autoridades já reagiram a este ato e querem firmar um termo para que as operadoras cooperem com o Estado nacional rapidamente: “em questão de horas quando envolver risco à vida e em questão de dias quando envolver uma investigação tradicional”, informou o delegado da Polícia Federal, Eduardo Sobral”. Gostou da Notícia, Leia mais em…Guia de Bolso, click aqui.